• Semana de workshops da Expedição


    Essa semana foi agitada na Torre do Santander: foi lá que aconteceram os workshops preparatórios para a Expedição. Quem esteve lá pôde entender e opinar no roteiro que vai ser desenvolvido amanhã, além de retirar o KIT da Expedição.

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  • Nossa Expedição vai para os ares!

    No dia da nossa Expedição, o comandante Paulo Medina realizará um sobrevôo inédito pelo Rio Pinheiros. Será uma ação espetacular para chamar a atenção para a importante causa da recuperação do Rio.

    O experiente piloto de acrobacias irá conduzir o Extra 200, a única aeronave deste modelo na América Latina. Dois vôos serão realizados pela manhã, aproximadamente às 10:00h e 11:30h, pelo trecho que vai do Cebolão até a Represa Billings.

    Faremos barulho para acordar todos para a causa da recuperação do Rio!
    Aos expedicionários participantes: convidamos todos vocês a olharem para o céu e registrarem esse incrível vôo!

     

    + Paulo Medina

    Comandante Paulo Medina, natural de São Paulo. Piloto de avião, piloto de helicóptero, piloto de acrobacia aérea, instrutor de acrobacia aérea e piloto de demonstração aérea. Apaixonado pela aviação ingressou na acrobacia aérea logo após obtenção do seu primeiro brevê. Possui milhares de horas de voo por todo território nacional, América do Sul, América Central, EUA e Alemanha.

    A busca constante pelo seu aperfeiçoamento técnico, fez o Cmte Medina realizar treinamentos internacionais na categoria ilimitada e adquirir a aeronave EXTRA 200, o modelo mais moderno para acrobacia aérea no mundo.

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  • Começam os workshops preparatórios

    Ontem, seis grupos da Expedição tiveram seus workshops preparatórios. Neste exato momento, se reúnem mais cinco grupos e, até sexta, todos estarão preparados para o dia D!

    No workshop, os participantes podem opinar sobre o roteiro a ser desenvolvido na Expedição. São apresentados, de maneira geral, os objetivos da ação e é discutida a proposta específica de cada grupo.

    Os participantes estão interessados em ampliar o intercâmbio dentro de cada grupo, e agora é a vez de cada um entrar no clima coletivo para que os registros do dia 15 sejam bacanas!

     

     

     

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  • Vem aí a Expedição Rio Pinheiros Vivo!

    Na noite de quarta-feira (dia 4) se reuniram coordenadores, monitores, produção e membros da Associação Águas Claras do Rio Pinheiros. No encontro foram discutidos os procedimentos para o bom andamento do tão aguardado dia 15. Aconteceu no prédio da Pinheiro Neto Advogados.


    Iatã Cannabrava [Estúdio Madalena] e Laura Oltramare [Associação Águas Claras do Rio Pinheiros] conversam com os monitores dos grupos.

    A pesquisadora e consultora do projeto, Marussia Whately, deu uma ideia geral da história do Rio Pinheiros e os objetivos da Associação. Alguns dos tópicos foram no nosso blog:
    • Canalização e inversão curso do Rio
    +projeto Billings
    +dois momentos do Rio em uma única imagem
    +o caminho das águas em São Paulo
    • Transformação do Rio em estrutura viária e como, ao longo da história, o uso carro foi priorizado.
    +São Paulo e o modelo de integração dos rios à cidade
    • Importância de formas alternativas de transporte, como ciclovias e hidrovias.
    +andando de bicicleta em São Paulo
    • Especulação imobiliária na região e a questão da Light.
    • Importância de ações de infraestrutura por parte do governo e mobilização da sociedade civil.
    • Canalização e tratamento do esgoto doméstico dos afluentes do Rio.
    + um pouco sobre o Rio Pinheiros
    +entenda o processo de tratamento da água que chega à sua casa
    +sistema de flotação

    “O objetivo da Expedição é aproximar a população do Rio e mobilizá-la de forma interativa, por isso é multimídia. É preciso que todos olhem e compreendam a realidade para mudá-la. As mil pessoas que vão se reunir dia 15 irão olhar o Rio de uma forma diferente. Precisamos chegar perto dele e agir como sociedade civil”, disse Adolpho de Carvalho, da Coordenação Cultural da Associação.

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  • Galeria Experiência te convida para um ensaio na Margem Verde do Rio Pinheiros

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  • Dois momentos do Rio em uma única imagem

    Ao olhar para o Rio Pinheiros hoje é difícil imaginar sua paisagem original com curvas, meandros e várzeas. Para ajudar a entender, fizemos uma sobreposição de imagens aéreas que mostram o traçado original do rio e o atual.


    Clique na imagem acima para fazer o download do PDF em alta resolução

    A cidade de São Paulo possui um rico acervo de plantas, mapas e cartas históricos. No caso, utilizamos um conjunto de cartas topográficas publicado há mais de 80 anos, feito pela empresa italiana SARA (sigla que corresponde a Società Anonima Rilevamenti Aerofotogrammetrici), a partir de aerofotogrametria realizada entre 1929 e 1933, que fez de São Paulo a primeira cidade do mundo a possuir um cadastro de plantas articuladas de grande precisão e em escala detalhada. São ao todo 132 cartas cartas (impressas pelo Instituto Geográfico de Agostini, em Novara, Itália), 20 fotocartas e a coleção de fotografias aéreas (verticais e oblíquas), que constituíram a fonte do levantamento.

    A sobreposição foi feita por meio da utilização de aplicativos de Sistemas de Informação Geográfica [SIG], tendo como base as imagens atuais usadas pelo Google Earth (feitas por satélite em alta resolução). Ambas imagens foram registradas com coordenadas, orientação e projeção cartográfica [georreferenciamento] adequadas que estabeleceram a relação do que era o percurso do rio em 1930 e a sua atual condição de canal retificado.

    O mais interessante do mapeamento é que mostra detalhes de um rio que deixaria de existir logo depois, uma vez que foi feito um pouco antes da retificação do Pinheiros, e permite visualizar a proporção da alteração nas formas do relevo resultante da canalização e reversão de suas águas, e também como visualizar como a cidade e seus sistemas viários tomaram conta da planície.

    Nota técnica
    Levantamento topográfico foi realizado entre 1929 e 1933 por meio do método Nistri de aerofotogrametria, feito pela SARA (Società Anonima Rilevamenti Aerofotogrammetrici), empresa italiana.
    São ao todo 132 cartas cartas (impressas pelo Instituto Geográfico de Agostini, em Novara, Itália), 20 fotocartas e a coleção de fotografias aéreas (verticais e oblíquas), que constituíram a fonte do levantamento.
    O material impresso existente encontra-se, atualmente, na sede do Departamento de Patrimônio Histórico – DPH da Prefeitura do Município de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura, acondicionado em arquivos de madeira feitos especialmente à época de execução dos trabalhos. A coleção de fotografias aéreas, que serviu como fonte primaria ao levantamento aerofotogramétrico foi extraviada e todo o material fotográfico original, que tivera sido arquivado em Roma, perdeu-se durante a Segunda Guerra Mundial.
    Utilização de aplicativos de Sistemas de Informação Geográfica [SIG] para a sobreposição das duas imagens: imagem de fundo [matricial] usada pelo Google Earth – opaca, não transparente e uma segunda imagem, a do SARA Brasil [imagens digitalizadas a partir de originais analógicos em papel] que sofreu um efeito de transparência. Ambas imagens foram registradas com coordenadas, orientação e projeção cartográfica [georreferenciamento] adequadas que estabeleceram a relação do que era o percurso do rio em 1930 e a sua atual condição de canal retificado.
    As imagens utilizadas, de altíssima resolução espacial, especialmente captadas para uso do Google Earth, foram feitas pelos satélites do GeoEye e da DigitalGlobe.
    As imagens foram feitas por Eduardo Dutenkefer, que apoiou o trabalho da equipe de produção de conteúdo do projeto coordenada por Marussia Whately (arquiteta e urbanista, consultora na área de recursos hídricos e sustentabilidade)

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  • Pelos caminhos do Água Podre


    Não é todo dia que você pode adentrar na vida de uma comunidade seguindo um rio. O rio é normalmente considerado um lugar onde flui a vida, dentro e ao redor dele, o que não deixa de ser verdade aqui. Mas é triste observar a degradação do córrego, o esgoto, o cheiro. O resgate dessa vida é uma proposta interessante. Aqui, as pessoas que têm uma linha de água cruzando suas vidas. Essas pessoas vivem alheias? Conscientes? Descubra nesta expedição!


    Estamos na nascente do Água Podre, onde dá pra ver a água brotando da calçada. Aqui vai começar nossa expedição: o córrego curiosamente não tem esse nome devido às suas condições, mas por uma questão histórica ligada à característica da água. A nascente está em uma região de taboás [planta comum no brejo] o que acaba deixando a água com aspecto ferruginoso, e isso diferencia o Água Podre dos outros córregos da região. Os tropeiros chamavam o lugar de ‘córrego da Água Podre’ por causa dessa característica, anterior à poluição de hoje.”

    Saiba +++
    Água podre nasce limpa (Revista Água)
    Blog Parque Linear Água Podre

    Inscreva-se no grupo Uma aventura pelo curso do Água Podre

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  • Luiz de Campos encontrando o Córrego Sapateiro

    Existem diversos indícios de córregos escondidos, e neste caso é uma rua sem saída. Fomos em direção ao vale onde imaginamos que estavam as nascentes do Sapateiro e a 20 metros de distância começamos a ouvir barulho de água.”

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  • Conheça Marcelino Freire

    Gosta de ler? Tem um blog? Que tal um workshop de literatura no terraço do Pinheiro Neto, um dos prédios mais altos às margens do Rio Pinheiros? Reserve sua tarde de domingo para se inspirar e escrever com uma das mais belas vistas da capital. Saiba um pouco mais sobre o coordenador do grupo:

    Marcelino Freire é escritor de diversos livros, principalmente de contos, como “Angu de Sangue” (Ateliê, 2000), “BaléRalé” (2003) e “Contos Negreiros” (Record, 2006), este último vencedor do Prêmio Jabuti. Criou o próprio selo, eraOdito, pelo qual publicou livros gratuitos de Moacyr Scliar, Glauco Mattoso e Manoel de Barros, e a antologia “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (parceria com Atêlie Editorial, 2004). Organiza anualmente em São Paulo a Balada Literária, evento que mistura mesas de debates e lançamentos de livros com festas em bares do bairro Vila Madalena. É um dos escritores mais influentes da chamada Geração 90. Nasceu em Sertânia (PE) em 20 de março de 1967, mas vive em São Paulo desde 1991.

    Inscreva-se no Piratas do Pinheiros

    Fonte: Produção Cultural no Brasil

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  • Se podes ouvir, escuta

    Boa parte de nossos estímulos sensoriais são sonoros. Que tal, por um dia, mudar sua perspectiva e percepção do Rio Pinheiros e da cidade?

    Convido vocês a virem comigo ouvir um pouco de São Paulo. Um pouco desse lixo, desse luxo e ouvir como a cidade funciona de dentro. É uma oportunidade de abrir os ouvidos e tentar fazer dessa zoeira toda algo mais prazeroso no nosso dia-a-dia.

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